Requer ao Chefe do Poder Executivo Municipal a recuperação da ponte que está situada no córrego Boachá em frente à casa do Gilmar Grego no terreno do Sr. Pedro.
JUSTIFICATIVA
Esta ponte que se encontra em péssimo estado de conservação, está colocando em risco a vida das pessoas que por ali passam, e representa uma importante via de acesso para várias comunidades rurais.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 18 de março de 2009.
Requer ao Chefe do Poder Executivo Municipal o patrolamento e cascalhamento da estrada da Serra do Boachá que liga o Córrego do Moinho de Baixo à sede do município passando pelo caminho da antiga Fábrica de Tecidos.
JUSTIFICATIVA
Este trajeto se encontra em péssimo estado de conservação e representa uma importante via de acesso para várias comunidades rurais que ficam muito mais próximas da sede, além de ser o caminho mais curto até o Pico do Boachá em Bicuíba.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 18 de março de 2009.
Requer ao Chefe do Poder Executivo Municipal que garanta aos idosos com idade superior aos 65 anos passe livre no transporte coletivo urbano no município de Raul Soares, fazendo cumprir a Lei Municipal nº 1.901 aprovada nesta Casa em 07 de maio de 2002 e sancionada pelo Chefe Executivo.
JUSTIFICATIVA
É direito do idoso ocupar 10% (dez por cento ) da capacidade do veículo, sem qualquer pagamento de passagem para se deslocar dentro da área urbana do município de Raul Soares
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Sala das Sessões da Câmara Municipal, 18 de março de 2009.
Matéria da revista inglesa The Economist publicada na semanapassada reconhece o equívoco de um dos principais pilares do governo doex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a venda indiscriminada deempresas e bancos estatais. No texto, a publicação afirma que até há poucotempo no Brasil, acreditava-se que um dos fatores prejudiciais à economiabrasileira seria a influência estatal no setor financeiro. Segundo arevista, entretanto, esse controle estatal é o que dá hoje ao País umasituação favorável perante os demais países e, diante da crise mundial,confere uma "situação favorável incomum ao Brasil".
A matéria se refere à manutenção da gestão estatal, por parte dogoverno Luiz Inácio Lula da Silva, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica edo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),instituições financeiras líderes de empréstimos para empresas e que FHCtentou, sem sucesso, privatizar.
"Outros países estão tentando descobrir como alavancar bancos edirecionar o crédito para as necessidades identificadas. Isso é algo que oBrasil faz, inclusive quando não era 'moda'. Nos bancos privados, asexigências de depósitos e garantias para financiamentos os impediram decorrer os riscos financeiros que acabaram por derrubar bancos na Europa enos Estados Unidos. Até agora, o crédito do Brasil foi 'mordiscado', mas não'triturado', destacou o texto.
A matéria também sustenta que, na comparação com seu passadorecente e na comparação com outros países, a economia do Brasil está em boaforma. "O FMI prevê que somente os países em desenvolvimento na Ásia, Áfricae Oriente Médio terão melhores resultados em 2009. Em comparação com ocontexto anterior, no qual o Brasil sofria uma parada cardíaca a cadaestresse de outras economias, isso é impressionante", diz o texto.
O texto aponta ainda que as razões para a melhoria docrescimento do País estão fortemente atreladas à melhoria do nível da dívidado setor público, que foi um ponto fraco e agora se mantém abaixo dos 40% doPIB, e a outros fatores."Os empréstimos em moeda estrangeira foram trocadosprincipalmente por títulos em reais. Além disso, o País acumulou US$ 200milhões em reservas internacionais para defender o real; seu déficit emconta corrente é pequeno e, o mais importante, a crise não está aumentando ainflação. Isso permite que o Banco Central reduza a taxa básica de juros daeconomia, permitindo um custo mais barato para a dívida pública. É aprimeira vez que o Brasil adota uma política monetária anticíclica", afirmao texto.
O Brasil tem fôlego para enfrentar a crise mundial por conta daresistência contra a onda de privatização que aconteceu na América Latina."Conseguimos, no Brasil, sustentar com oposição, e com ajuda da reação dasociedade, esse processo de liquidação do patrimônio público. Agora sedescobriu, no auge da crise, que é preciso a presença do Estado e estãotodos tentando estatizar bancos falidos. Ou seja, transferir recursospúblicos para a iniciativa privada", afirmou.
Segundo ele, a privatização de empresas de energia e detelecomunicações no governo FHC teve consequências desastrosas. "Hoje nosdeparamos com as maiores tarifas de energia elétrica do mundo e temosproblemas com altas tarifas da comunicação por celular. Foram justamente asduas áreas privatizadas pelo governo anterior. O governo Lula conseguiuevitar a tragédia maior que teria sido a dilapidação da estrutura pública doBrasil".
A Folha de São Paulo preparou uma "armadilha" para a Dilma usando uma entrevista que concedi a uma das suas repórteres da sucursal de Brasília.
Encaminhei a carta abaixo à redação. E peço que todos os amigos que a façam chegar a quem acharem necessário: redações de jornais, revistas, emissoras de TV e pessoas que talvez possam ser afetadas ou se sintam indignadas pela má fé dos editores do jornal.
Como sabem, sou favorável à transparência, por achar que a verdade é sempre o melhor caminho e, no fundo, revolucionária.Á colunapainel do leitorSeguem cópias para o Ombudsman e para a redação. Vou enviar cópias também a toda a imprensa nacional. Peço que esta carta seja publicada na próxima edição. Segue abaixo:
Prezados senhores,
Chocado com a matéria publicada na edição de hoje (domingo, 5), páginas A8 a A10 deste jornal, a partir da chamada de capa "Grupo de Dilma planejou seqüestro de Delfim Neto", e da repercussão da mesma nos blogs de vários de seus articulistas e no jornal Agora, do mesmo grupo, solicito a publicação desta carta na íntegra, sem edições ou cortes, na edição de amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no "Painel do Leitor" (ou em espaço equivalente e com chamada de capa), para o restabelecimento da verdade, e sem prejuízo de outras medidas que vier a tomar. Esclareço preliminarmente que:
1) Não conheço pessoalmente a repórter Fernanda Odilla, pois fui entrevistado por ela somente por telefone. A propósito, estranho que um jornal do porte da Folha publique matérias dessa relevância com base somente em "investigações" telefônicas;
2) Nossa primeira conversa durou cerca de 3 horas e espero que tenha sido gravada. Desafio o jornal a publicar a entrevista na íntegra, para que o leitor a compare com o conteúdo da matéria editada. Esclareço que concedi a entrevista porque defendo a transparência e a clareza histórica, inclusive com a abertura dos arquivos da ditadura. Já concedi dezenas de entrevistas semelhantes a historiadores, jornalistas, estudantes e simples curiosos, e estou sempre disponível a todos os interessados;
3) Quem informou à Folha que o Superior Tribunal Militar (STM) guarda um precioso arquivo dos tempos da ditadura fui eu. A repórter, porém, não conseguiu acessar o arquivo, recorrendo novamente a mim, para que lhe fornecesse autorização pessoal por escrito, para investigar fatos relativos à minha participação na luta armada, não da ministra Dilma Rousseff. Posteriormente, por e-mail, fui novamente procurado pela repórter, que me enviou o croquis do trajeto para o sítio Gramadão, em Jundiaí, supostamente apreendido no aparelho em que eu residia, no bairro do Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. Ela indagou se eu reconhecia o desenho como parte do levantamento para o seqüestro do então ministro da Fazenda Delfim Neto. Na oportunidade disse-lhe que era a primeira vez que via o croquis e, como jornalista que também sou, lhe sugeri que mostrasse o desenho ao próprio Delfim (co-signatário do Ato Institucional número 5, principal quadro civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades, assassinatos e torturas).
Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o seqüestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anticampanha contra a Ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseria de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos, entre os quais por dois meses na Última Hora, sob a direção de Samuel Wayner (demitido que fui pela intolerância do falecido Octávio Frias a pessoas com um passado político de lutas democráticas).
A respeito da natureza tendenciosa da edição da referida matéria faço questão de esclarecer: 1) A VAR-Palmares não era o "grupo da Dilma", mas uma organização política de resistência à infame ditadura que se alastrava sobre nosso país, que só era branda para os que se beneficiavam dela. Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes covardemente assassinados nos porões do regime, como Chael Charles Shreier, Yara Iavelberg, Carlos Roberto Zanirato, João Domingues da Silva, Fernando Ruivo e Carlos Alberto Soares de Freitas. O mais importante, hoje, não é saber se a estratégia e as táticas da organização estavam corretas ou não, mas que ela integrava a ampla resistência contra um regime ilegítimo, instaurado pela força bruta de um golpe militar;
2) Dilma Rousseff era militante da VAR-Palmares, sim, como é de conhecimento público, mas sempre teve uma militância somente política, ou seja, jamais participou de ações ou do planejamento de ações militares. O responsável nacional pelo setor militar da organização naquele período era eu, Antonio Roberto Espinosa. E assumo a responsabilidade moral e política por nossas iniciativas, denunciando como sórdidas as insinuações contra Dilma;
3) Dilma sequer teria como conhecer a idéia da ação, a menos que fosse informada por mim, o que, se ocorreu, foi para o conjunto do Comando Nacional e em termos rápidos e vagos. Isto porque a VAR-Palmares era uma organização clandestina e se preocupava com a segurança de seus quadros e planos, sem contar que "informação política" é algo completamente distinto de "informação factual". Jamais eu diria a qualquer pessoa, mesmo do comando nacional, algo tão ingênuo, inútil e contraproducente como "vamos seqüestrar o Delfim, você concorda?". O que disse à repórter é que informei politicamente ao nacional, que ficava no Rio de Janeiro, que o Regional de São Paulo estava fazendo um levantamento de um quadro importante do governo, talvez para seqüestro e resgate de companheiros então em precárias condições de saúde e em risco de morte pelas torturas sofridas. A esse propósito, convém lembrar que o próprio companheiro Carlos Marighela, comandante nacional da ALN, não ficou sabendo do seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick. Por que, então, a Dilma deveria ser informada da ação contra o Delfim? É perfeitamente compreensível que ela não tivesse essa informação e totalmente crível que o próprio Carlos Araújo, seu então companheiro, diga hoje não se lembrar de nada;
4) A Folha, que errou a grafia de meu nome e uma de minhas ocupações atuais (não sou "doutorando em Relações Internacionais", mas em Ciência Política), também informou na capa que havia um plano detalhado e que "a ação chegou a ter data e local definidos". Se foi assim, qual era o local definido, o dia e a hora? Desafio que os editores mostrem a gravação em que eu teria informado isso à repórter;
5) Uma coisa elementar para quem viveu a época: qualquer plano de ação envolvia aspectos técnicos (ou seja, mais de caráter militar) e políticos. O levantamento (que é efetivamente o que estava sendo feito, não nego) seria apenas o começo do começo. Essa parte poderia ficar pronta em mais duas ou três semanas. Reiterando: o Comando Regional de São Paulo ainda não sabia com certeza sequer a freqüência e regularidade das visitas de Delfim a seu amigo no sítio. Depois disso seria preciso fazer o plano militar, ou seja, como a ação poderia ocorrer tecnicamente: planejamento logístico, armas, locais de esconderijo etc. Somente após o plano militar seria elaborado o plano político, a parte mais complicada e delicada de uma operação dessa natureza, que envolveria a estratégia de negociações, a definição das exigências para troca, a lista de companheiros a serem libertados, o manifesto ou declaração pública à nação etc. O comando nacional só participaria do planejamento , portanto, mais tarde, na sua fase política. Até pode ser que, no momento oportuno, viesse a delegar essa função a seus quadros mais experientes, possivelmente eu, o Carlos Araújo ou o Carlos Alberto, dificilmente a Dilma ou Mariano José da Silva, o Loiola, que haviam acabado de ser eleitos para a direção; no caso dela, sequer tinha vivência militar;
6) Chocou-me, portanto, a seleção arbitrária e edição de má-fé da entrevista, pois, em alguns dias e sem recursos sequer para uma entrevista pessoal - apelando para telefonemas e e-mails, e dependendo das orientações de um jornalista mais experiente, no caso o próprio entrevistado -, a repórter chegou a conclusões mais peremptórias do que a própria polícia da ditadura, amparada em torturas e num absurdo poder discricionário. Prova disso é que nenhum de nós foi incriminado por isso na época pelos oficiais militares e delegados dos famigerados Doi-Codi e Deops e eu não fui denunciado por qualquer um dos três promotores militares das auditorias onde respondi a processos, a Primeira e a Segunda auditorias de Guerra, de São Paulo, e a Segunda Auditoria da Marinha, do Rio de Janeiro
.Osasco, 5 de abril de 2009*Antonio Roberto Espinosa
*Jornalista, professor de Política Internacional, doutorando em Ciência Política pela USP, autor de Abraços que sufocam - E outros ensaios sobre a liberdade e editor da Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe.
Fazemos este contato para apresentar algumas informações sobre atividades em curso no município de Raul Soares, MG, relacionadas à transformação de uma grande metalúrgica em processo falimentar em Cooperativa de Trabalhadores.
A fábrica em questão é a Industrial São Sebastião S/A. Dedicada à produção das ferramentas TARZA (ferramentas e implementos agrícolas) há 70 anos, responsável pela geração de trabalho e renda de centenas de famílias, empresa esta que se encontra desativada a cinco meses, o que tem provocado um grande impacto sócio econômico para toda aquela região.
As atividades de organização da Cooperativa desenvolvidas em Raul Soares , reunidas no denominado Projeto Travessia, tem o apoio da UFV - Universidade Federal de Viçosa, da qual sou professor e, até recentemente, assessor especial da Pró-Reitoria de Extensão na administração do novo Reitor, Prof. Luiz Cláudio Costa, apoiador incondicional do envolvimento da Universidade em projetos
relacionados aos movimentos sociais. O Projeto também conta com o apoio da CNM - Confederação Nacional dos Metalúrgicos na elaboração do Plano de Recuperação Judicial da Empresa.
Neste momento já temos constituída a COOPERTRIM - Cooperativa dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica de Raul Soares Ltda., bem como finalizada a elaboração do Plano de Recuperação Judicial, que demonstra a viabilidade econômica e social da indústria que se encontra sob processo judicial falimentar. Na próxima semana o Projeto inicia sua terceira fase, qual seja a inserção da Cooperativa, representando os trabalhadores da indústria, como novo ator no processo judicial de falência.
O trabalho tem o apoio da Universidade Federal de Viçosa, da municipalidade raul-soarense, da Confederação Nacional dos Metalúrgicos - CUT, da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais, deputados federais e estaduais interessados nos movimentos sociais. Desta forma, e por intermédio de importantes lideranças políticas daquela cidade, e o incansável trabalho dos vereadores Ramiro Grossi e Eimard Rodrigues , Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares, ambos do Partido dos Trabalhadores, foi realizada a nossa aproximação com o Governo Federal, para que nos dê apoio junto aos órgãos governamentais de crédito , na pessoa de Vossa Senhoria, por indicação dos Srs. Deputados Padre João, Durval Ângelo e Carlos Gomes.
A expectativa e o envolvimento dos trabalhadores tem sido muito grande em torno deste trabalho. O impacto do Projeto naquela região tem sido notável para consolidar os movimentos sociais e sinalizar oportunidades para outras iniciativas de organização popular.
A intenção das lideranças do Projeto é iniciar conversações com o BNDES com vistas à negociação de recursos financeiros necessários ao alcance dos resultados, a recuperação da indústria metalúrgica daquele Município, garantindo a plena continuidade da produção e dos postos de trabalho, por meio de uma Cooperativa de Trabalhadores (já legalizada). Desta forma, garantiríamos o trabalho , asseguraríamos o pagamento dos credores e, principalmente, reforçaríamos as práticas da democracia popular pelo incentivo ao cooperativismo.
Tenho plena disponibilidade para me deslocar quando necessário para tratar pessoalmente e conversar com Vossa Senhoria sobre este trabalho com vistas à participação e apoio de seu Ministério já que se trata de um grande projeto de desenvolvimento social de toda aquela região.
O Vereador Ramiro Grossi acompanhado dos companheiros Juarez do Sindicato, Memero e Nelsão, marcou presença no Encontro Regional do Partido dos Trabalhadores da Vertente do Caparaó II na cidade de Caratinga quando aconteceram importantes debates com temas políticos atuais. O encontro contou com a participação de petistas de várias cidades da região, militantes, assessores, secretários executivos, vereadores, vice-prefeitos, ex-prefeitos, prefeitos, deputados e meios de comunicação. O Vereador Ramiro Grossi participou da mesa diretora representando os vereadores da região ao lado do Prefeito de Caratinga João Bosco, do Deputado Federal e Presidente do PT Estadual Reginaldo Lopes e de outras lideranças políticas regionais. No ensejo o vereador Ramiro Grossi aproveitou para solicitar apoio ao presidente petista pela nossa Cooperativa de Trabalho da Tarza que prontamente abriu contatos para a negociação de créditos com o BNDS.
Aconteceu neste dia 26 de março de 2009 às 20hs na Câmara de Vereadores um grande encontro da comunidade para discutir soluções e problemas da nossa Casa de Saúde, o Hospital São Sebastião de Raul Soares. Como afirmou o Diretor do Corpo Clínico e Fundador do Hospital Dr Wilson Salomão, reunião como esta só aconteceu antes, no ano de 1955 quando ocorreu uma outra crise em nosso hospital, desde então, mesmo enfrentando problemas maiores, foi a primeira vez que a comunidade se reuniu com tanta representatividade em busca de soluções. Ficou definido que teremos outros encontros que buscarão equacionar o déficit mensal de R$ 6.000,00 (Seis mil reais), e os outros pagamentos atrazados que somam cerca de R$ 42.000,00 (Quarenta e dois mil reais). Só com a participação de todos, conseguiremos viabilizar economicamente o nosso hospital melhorando assim o atendimento a toda a população.
Aconteceu neste dia 24 de março às 19hs na Cãmara de Vereadores de Raul Soares mais uma reunião do Mandato Coletivo do Vereador Ramiro Grossi com o esporte de Raul Soares como tema de discussão e debate. O encontro contou com a participação de lideranças do esporte em nossa comunidade e ficou determinado que será criado o Conselho Municipal de Esportes, previsto no Plano Diretor, que será um órgão que terá como objetivo dar suporte a organização das atividades esportivas em todo o município. Caberá a este conselho a missão de preparar um plano de ação para o esporte com a construção de um calendário das atividades esportivas, levantamento do orçamento disponivel votado pela Câmara e administrado pelo Poder Executivo, acompanhamento da aplicação destes recursos e captação de novos recursos através da elaboração de projetos na área. A preparação de toda a documentação para a criação deste Conselho ficou a cargo do Vereador Ramiro Grossi e do Diretor da Coodenadoria de Esportes da Prefeitura de Raul Soares Marco Jr, que assim que prepararem toda a burocracia colocarão a disposição para a apreciação de todos os interessados para aprovação. A próxima reunião será divulgada brevemente.