domingo, 4 de setembro de 2011
Advogado Luciano Gariglio Cezar engajado na luta pelos direitos do povo tem o apoio do nosso Mandato Coletivo!
Mesmo sem o apoio dos comerciantes, que foram ameaçados por dois dias consecutivos, resolvi que o comércio da “Praça da Igreja” não poderia ficar de fora na questão do uso do espaço público. A questão em pauta, não é a colocação ou não de mesas, mas sim a ilegalidade na proibição e a aplicação de “dois pesos e duas medidas” no trato do Executivo com a população.
Explico: A nossa Lei Municipal permite a ocupação do espaço público com mesas e cadeira, embora não seja regulamentada a viabilização desta ocupação. Uma Lei foi feita pela Câmara neste sentido, mas por questões puramente técnicas, foi derrubada pelo TJMG por iniciativa da Prefeitura. O outro ponto é que a gestão pública, como administração que é, está sujeita ao Princípio da Impessoalidade, que prevê justamente que todos os administrados sejam tratados da mesma forma.
Sendo assim, não é lícito que as mesas voltem para uns poucos beneficiados e outros sejam excluídos dessa ocupação pacífica e ordeira, que só trás vantagens à comunidade da nossa cidade. Vale lembrar que a rua em questão, se for fechada depois das 21:00 horas, não acarretará transtorno significativo para a população, se o impedimento da via for bem sinalizado e a população se acostumar com tal impedimento, o incomodo será pequeno. É, ainda, muito importante frisar que esta é uma dentre várias possibilidades de se resolver a questão. Outra forma, por exemplo, seria pegarmos o do espaço que hoje é ocupado com a grama do jardim, e disponibilizá-lo para a colocação de mesas. Assim, não se atrapalha o transito de pedestres, nem o de veículos.
Por que então escolhemos uma forma de manifestação que impede o trânsito de veículos, mesmo que em apenas uma via, que possui várias outras possibilidades de passagem? Porque legalmente foi essa a forma que encontramos de pressionar o Executivo a rever sua posição. Não há meios legais de ocupar a praça, pisando e pondo mesas na grama, pois estaríamos prejudicando um patrimônio público. Para isso seria preciso de um alvará, ao passo que para ocupar a rua só é preciso uma notificação às autoridades. Alguns podem se sentir prejudicados com isso, mas eu espero que todos reflitam a questão por seus vários ângulos. Se não disponibilizarmos um espaço, principalmente para os nosso jovens, quando o verão chegar esses jovens vão entrar em carros e se dirigir às cidades vizinhas, muito provavelmente, retornando embriagados pelas estradas, pondo em risco suas vidas e a dos demais.
E aí, o que pesa mais? A vida dos nossos jovens ou a liberação de uma via pequena que tem outras saídas e que será fechada somente após as 21:00 nos finais de semana até um horário determinado?
Outro ponto fundamental são as ameaças, agressões e constrangimentos sofridos pelos comerciantes da referida praça, que também é algo que não pode ficar impune. Eles foram ameaçados com a cassação de alvará, e de ficarem sujeitos a perder o seu “ganha pão”, somente por apoiar uma manifestação legal e legítima.
Em que cidade estamos vivendo? Que lição estamos ensinando aos nossos jovens? A de que seu espaço não é respeitado em nossa cidade e que só lhes resta buscar lazer fora do Município? A lição de que lutar, legalmente, através de meios idôneos implica em ser vítima de ameaças oriundas de pendengas particulares, entre os membros da administração e um ou outro particular?
A questão é bem mais séria do que simplesmente o lucro de um ou outro comerciante. Envolve o bem estar físico, psíquico e moral dos nossos jovens. Qual o legado deixaremos a eles? O da democracia ou o do terrorismo autoritário?
No sábado, também depois de ameaças, fui sozinho à Praça e fechei o trânsito. Luto pelo que acho justo, e cobro que a Lei seja igual para todos. Por que aplicarmos uma legalidade de exceção, onde os “amigos” dos administradores podem mais que os outros? Que Raul é esta? Vamos mudá-la ou vamos nos mudar dela?
Eu vim para cá por amor. Amor à minha terra querida e ao povo bom e honesto que aqui vive. E encontrei uma comunidade temerosa e acuada, que aceita as pressões dos poderosos com o “rabinho entre as pernas”. Isso precisa mudar, e se eu for apenas uma voz solitária na multidão, vou prepara minha garganta para falar por mil, mas desistir, jamais.
A Lei é para todos, não somente para os que podem pagar advogados caros. Existem muitos que se preocupam com o bem comum de toda a sociedade e que estão dispostos a lutar por isso, seja contra quem for. Fazer valer a Lei, de forma imparcial e impessoal é dever de todos os três poderes. Quando isso não acontece, cabe a quem tem conhecimento da causa se levantar e recolocar as coisas nos trilhos. Calados somos coniventes. De que lado você está?
Luciano Gariglio Cezar
OAB/MG 127.789
sábado, 3 de setembro de 2011
Comitiva do PT encontra Prefeito Vicente para disponibilizar recursos que irão beneficiar a sede de Raul Soares e os Distritos de Bicuiba e Vermelho Velho
O Presidente do PT de Raul Soares Vereador Ramiro Grossi, acompanhado das lideranças petistas raulsoarenses Toninho da Bicuiba, João Antão de Vermelho Velho, Nelson de Paula, Juarez do Sindicato e Efigênio da Coopertrim procuraram o Prefeito de Raul Soares Vicente Barbosa e o Vice Prefeito Altivo para disponibilizar recursos na ordem de 700 mil reais para calçamentos em Raul Soares indicados por emendas parlamentares dos deputados petistas Gabriel Guimarães, Reginaldo Lopes e Durval Ângelo.
No ensejo ficou acordado com o prefeito as seguintes reivindicações a serem atendidas bem como os recursos financeiros necessários para a realização destas obras em nossa comunidade:
- Calçamento com bloquetes da Rua Aníbal de Oliveira Maia substituindo as pedras fincadas (pés de moleque) da referida rua que vai da Igreja Santo Antônio até a Igreja Do Sr. Bom Jesus (Igrejinha) no Distrito de Bicuiba.
- Calçamento do Morro do Funil no Distrito de Bicuiba com as pedras fincadas (pés de moleques) a serem retiradas da sede da Bicuiba para o calçamento com bloquetes.
- Calçamento da Rua Dr. Jamir Alves Pontes em Vermelho Velho
- Calçamento da Rua Manoel Rodrigues Pontes em Vermelho Velho
- Calçamento Rua Augusta Amélia Dutra na Vila Esperança em Raul Soares
- Retirada das pedras fincadas e calçamento com bloquetes na Rua Oliveira Torres na Vila Esperança em Raul Soares
- Calçamento da Rua Francisco Costa Abrantes (final da Rua do Morro ligando à Vila José Martins de Andrade) em Raul Soares
Ficou acertado ainda com o Prefeito Vicente a disponibilização do lote de 2800 metros quadrados para a construção de uma creche de 1 milhão e trezentos mil reais indicada pelo Deputado Federal e Presidente Estadual do PT Reginaldo Lopes para atender 240 crianças em nossa comunidade com toda a manutenção bancada pelo Governo Federal.
O PT de Raul Soares não pretende parar por aí e já está articulando mais recursos para continuar realizando obras em nossa comunidade. Vale lembrar que recentemente já foi calçada a Rua Francisco Martins Chaves no Bairro Tarza e adquiridos 3 ônibus escolares 0km que já estão circulando em nosso município.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Vereador Ramiro Grossi requer calçamento de ruas em Vermellho Velho
REQUERIMENTO Nº 71/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal o calçamento das seguintes ruas no distrito de Vermelho Velho:
- Rua Dr. Jamir Alves Pontes em frente ao Posto de Saúde;
- Rua Manoel Rodrigues Pontes em frente a Capela Velório.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador PT
JUSTIFICATIVA
O calçamento com bloquete desta rua é uma antiga reivindicação e anseio dos moradores daquele distrito.
Vereador Ramiro Grossi requer o calçamento do Morro do Funil com as pedras fincadas (pés de moleque) que vão ficar disponíveis após o calçamento com bloquetes da Rua Aníbal de Oliveira Maia em Bicuiba.
REQUERIMENTO Nº 70/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal o calçamento do Morro do Funil no distrito de Bicuiba, cumprindo compromisso assumido com aquelas comunidades que muito dependem daquele acesso viabilizado em todas as estações do ano.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador PT
JUSTIFICATIVA
Esta obra irá beneficiar as comunidades do Funil, Três Barras de cima, Três Barras de Baixo, alto do Bananal e Bonfim, facilitando também o acesso à cidade de Caputira.
Vereador Ramiro Grossi requer o calçamento com bloquetes da Rua Aníbal de Oliveira Maia em Bicuiba, substituindo as pedras fincadas no trecho que vai da da Igreja Santo Antônio até a Igrejinha do Sr Bom Jesus
REQUERIMENTO Nº 69/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal o calçamento com bloquete da Rua Aníbal de Oliveira Maia substituindo as pedras fincadas (pé de moleque) da referida rua, que vai da Igreja Santo Antônio até a Igreja Sr. Bom Jesus (conhecida Igrejinha), no distrito de Bicuiba.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador PT
JUSTIFICATIVA
O calçamento com bloquete desta rua é uma antiga reivindicação e anseio dos moradores daquele distrito.
Vereador Ramiro Grossi requer o calçamento da Rua Francisco Martins Costa ligando o final da Rua do Morro à Vila José Martins de Andrade
REQUERIMENTO Nº 68/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal o calçamento da Rua Francisco Costa Abrantes (final da Rua do Morro ligando à Vila José Martins de Andrade.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador PT
JUSTIFICATIVA
O calçamento da rua acima citada é uma antiga reivindicação e anseio dos moradores daquela localidade.
Vereador Ramiro requer calçamento com bloquetes de ruas da Vila Esperança
REQUERIMENTO Nº 67/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal o calçamento das seguintes ruas da Vila Esperança:
- Rua Augusta Amélia Dutra (trecho não calçado);
- Rua Oliveira Torres (retirada das pedras fincadas e calçamento com bloquete).
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador
JUSTIFICATIVA
JUSTIFICATIVA
O calçamento das ruas acima citadas é uma antiga reivindicação e anseio dos moradores daquela localidade.
Vereador Ramiro Grossi requer colocação de redutores de velocidade na Rua José Sinfrônio de Castro no Bairro Tarza
REQUERIMENTO Nº 65/2011
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Raul Soares
O Vereador que a este subscreve, nos termos regimentais vigentes, REQUER ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Municipal a colocação de três redutores de velocidade na Rua José Sinfrônio de Castro, no Bairro Tarza entre os números 496 e 646.
Sala das Sessões da Câmara Municipal, 31 de agosto de 2011.
Ramiro Andrade Grossi
Vereador PT
JUSTIFICATIVA
Necessário e urgente se faz o atendimento deste pedido, pois com a colocação da lama asfáltica na rua acima referida, os carros estão trafegando em altíssima velocidade, colocando em risco a vida dos moradores daquela localidade, principalmente as crianças e idosos.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Esclarecimento aos amigos da Rádio UAI
Caros amigos da Rádio UAI
Já faz 14 anos que iniciamos aqui em Raul soares o projeto de criarmos uma emissora verdadeiramente comunitária, para atender os anseios da nossa sociedade. No início, tivemos que enfrentar o ataque das grandes emissoras de rádios comerciais, Anatel e políticos “do contra”, que tentaram impedir que o nosso movimento tomasse força e se tornasse uma realidade regional. Durante toda a nossa trajetória sempre mantivemos um canal aberto com todas as organizações comunitárias, políticas, religiosas e sociais de nossa Raul Soares. Nunca negamos o direito de participação e resposta em nossa emissora de quem quer que fosse, desde o mais simples cidadão até o mais poderoso governante. Foi assim que a Rádio Uai se tornou a voz da nossa comunidade, referência na região e que sempre teve a coragem de expor a sua posição, contanto que essa fosse de interesse de toda a coletividade e negado o anonimato, bem como falas descontextualizadas.
Logo no inicio da Rádio Uai, ao lado do meu companheiro amigo e poeta, Itamar Socrátes, criamos o programa “Boemia”, que posteriormente recebeu o nome de programa “Naquele Tempo”. Um programa que tinha o objetivo de resgatar as canções e a cultura do nosso passado buscando a nostalgia através do entretenimento musical e cultural de nossos ouvintes. No programa “Naquele Tempo”, que apresentei por 7 anos, tivemos a alegria de construir uma audiência consolidada que muito contribuiu até mesmo para a criação e a organização do Clube da Melhor Idade aqui em Raul soares que desempenha um papel primordial em defesa ao respeito e valorização dos nossos cidadãos da terceira idade.
A nossa companheira Silvânia Moraes, foi também nossa parceira por um período no inicio dos trabalhos na emissora, por um convite meu, já que se tratava de uma radialista competente e capaz de cumprir bem sua função. Contudo, nesta época, por uma divergência com a diretoria da emissora, acabou se afastando, e foi compor o quadro da Radio Onda Livre de São Pedro dos Ferros, emissora que nós também ajudamos a fundar. Passados alguns anos, quando a Silvânia Moraes já não tinha mais espaço para apresentar o seu programa naquela emissora de São Pedro dos Ferros, por questões particulares e pessoais, mais uma vez estendi-lhe a mão, convidando-a para que, em parceria comigo, viesse a produzir e apresentar o programa “Naquele Tempo” representando assim o seu retorno para a nossa Radio Uai. Com o passar do tempo, e por conta de muitas ocupações profissionais minhas, acabei deixando o programa na condução de Silvânia Moraes e do poeta Itamar Socrátes por afeto e confiança. Até que, enfim, o programa ficou basicamente sobre a tutela, administração e recolhimento financeiro dos apoios culturais por parte somente da Silvânia Moraes, que excluiu, ainda, o nosso ilustre Itamar, deste processo cultural, por motivos que não me dizem respeito.
Vale lembrar, que desde que me candidatei ao cargo de vereador e ocupei este mandato na Câmara de Raul Soares, me afastei oficialmente da Diretoria da Associação Comunitária da Imagem e do Som de Raul Soares – ASCOMIS – que é a mantenedora da Rádio Uai. Hoje, tenho apenas um contrato de voluntário, em parceria com a entidade, para a apresentação do programa “Comunidade em Revista” e do programa “Naquele Tempo”, este último ao lado de Silvânia Moraes. Afirmo, ainda, que não recebo e nunca recebi qualquer recurso financeiro proveniente de apoio cultural que tenha vindo do programa “Naquele Tempo”.
A atual administração da Rádio Uai, cujo presidente é o Sr. João Romero de Araujo, pessoa idônea em nossa comunidade, por uma questão de gestão administrativa, decidiu fazer uma readequação da atividade dos locutores dentro da emissora, com a garantia de direitos iguais, onde todos pudessem exercer a sua função com liberdade e com igualdade de condições de faturamento pelo período trabalhado.
Contudo, depois de acertado com todos os comunicadores a nova forma de gestão administrativa estabelecida em contrato, firmado e assinado por todos, somente Silvânia Moraes manifestou sua posição de não aceitar a proposta da diretoria e firmou sua intenção de afastar-se do programa diante das condições financeiras propostas. Vale explicar que todos os locutores renovam seus apoios culturais mensalmente e somente a Silvânia Moraes tinha alguns apoios culturais renovados semanalmente, e a veiculação da grade de apoio cultural da rádio não é veiculada aos domingos durante o programa “Naquele Tempo”.
Mesmo sem compor o atual quadro da diretoria, eu pedi à Silvânia Moraes um tempo, para tentar me inteirar e entender a situação de fato, e com isso poder interceder em seu favor. Esse tempo, no entanto, não me foi dado, pois antes mesmo que eu pudesse abrir qualquer tipo de negociação ela partiu para um ataque direto e irreversível inclusive contra minha pessoa, que ao longo dos anos fui quem mais a incentivou e lhe deu mais oportunidades dentro da Rádio Uai.
O resto é de conhecimento público, se não for, leiam agora: A Silvânia foi à Rádio, durante o programa “Naquele Tempo” e colocou em dúvida toda a idoneidade da diretoria da ASCOMIS. Além disso, ocorreu um ataque na tribuna da Câmara Municipal numa transmissão ao vivo pela Rádio Uai e uma invasão das dependências da sede da emissora por defensoras dela, que tumultuaram e praticamente impediram a realização do programa no dia 7 de agosto de 2011 que foi ao ar com minha locução em parceria real com a de Silvânia Moraes.
Desde então começou-se uma campanha, política e pessoal contra a minha pessoa e de todos os integrantes da diretoria da ASCOMIS, culminando com um abaixo assinado distribuído a cidadãos que só ouviram uma versão da história. Pessoas estas que desconhecem o envolvimento, sempre político e partidário do ilustre Antônio Leal, que assumiu em um comentário deste blog acumular diversas funções na Prefeitura da cidade, inclusive a de Assessor para Assuntos Aleatórios. Em defesa de sua protegida, o ilustre Antônio Leal, foi à Rádio Uai neste mesmo dia 7 de agosto e esteve, ainda, na residência do então presidente da ASCOMIS João Romero de Araújo, intercedendo por ela, bem como fez algumas ligações em seu nome para tentar mantê-la na rádio, mesmo depois dos despautérios por ela proferidos ao vivo no programa “Naquele Tempo”. Inclusive, no dia em que Silvânia Moraes foi à Câmara, o Sr. Antônio Leal tomou a palavra para defendê-la.
Sendo assim, ilustres leitores, peço a todos que pesem todos os fatos, antes de tomar partido, sob a pena de incorrer em falso julgamento e tomar posição ouvindo somente um lado da história. Nesta situação, o que menos pesa é a questão administrativa que já não me diz respeito, desde que me afastei da diretoria. Essa situação constrangedora tem muito mais a ver com questões políticas e financeiras vindas do lado da minha, uma vez querida e amiga, Silvânia Moraes.
Só espero que a nossa comunidade saiba compreender que as pessoas passam e as instituições ficam, não podemos nos prender às vaidades pessoais, aos interesses financeiros e às mazelas da velha política local que adora ver o circo pegando fogo, no terreiro do adversário político.
Não somos perfeitos e que os nossos defeitos sejam perdoados, mas que a verdade prevaleça sempre depois de pesados os dois lados de cada fato!
Ramiro Andrade Grossi
Assinar:
Postagens (Atom)


